Medicamentos Remédio Tarja

Para que servem as tarjas nos medicamentos

11 de Dezembro, 2014

Elas indicam o grau de risco que os remédios podem representar a você e à sua saúde. As tarjas podem ser nas cores vermelha, preta e amarela. Além disso, há medicamentos não tarjados1. Vamos entender as suas diferenças:

Sem tarja
Nem todos os remédios são tarjados, como os MIP – Medicamentos Isentos de Prescrição, indicados para doenças de baixa gravidade. São considerados seguros, com eficácia comprovada e de fácil utilização. A esse grupo pertencem os antiácidos, antitérmicos e analgésicos. Podem ser vendidos sem receita médica, mas devem ser utilizados conforme as recomendações disponíveis na embalagem e com orientação de um farmacêutico2,3,4.

Tarja vermelha
Os medicamentos são de uso controlado e só devem ser vendidos com prescrição médica ou odontológica, pois podem provocar efeitos colaterais graves1,3.

Tarja vermelha ou preta com retenção de receita
Esses remédios só podem ser dispensados com apresentação de receita especial, médica ou odontológica, que fica retida na farmácia ou drogaria. As substâncias com que são produzidos podem agir no sistema nervoso central e/ou possuir efeitos colaterais sérios, como dependência física ou psicológica3.

Tarja amarela
Serve para identificar os medicamentos genéricos1. Nunca é demais lembrar que devemos sempre consultar um médico ou farmacêutico antes de tomar qualquer medicamento, pois eles irão nos informar sobre os riscos que o uso inadequado pode nos causar. Consumir medicamentos de forma inadequada ou usá-los de forma irracional também pode causar dependência, reações alérgicas e até a morte5.

O uso de medicamentos, tarjados ou não tarjados, deve ser entendido como um processo de atenção à saúde. Não arrisque a sua2.

Antibiótico é coisa séria. Respeite sua receita.

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    1. NEWS MED. O que dizem as tarjas dos medicamentos? Disponível em: www.news.med.br/p/pharma-news/948/o+que+dizem+as+tarjas+dos+medicamentos.htm. Acesso em: 12 set. 2014.

    2. CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Projeto Farmácia estabelecimento de saúde. Fascículo II: Medicamentos isentos de prescrição. 2008/2009. Disponível em: www.paho.org/bra/index.php?option=com_docman&task=doc_view&gid=1197&Itemid=423. Acesso em: 12 set. 2014. 

    3. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (ANVISA). Projeto educação e promoção da saúde no contexto escolar: O contributo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária para o uso racional de medicamentos. Disponível em: www.anvisa.gov.br/propaganda/educacao_saude/caderno_professor.pdf. Acesso em: 12 set. 2014.

    4. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DE MEDICAMENTOS ISENTOS DE PRESCRIÇÃO. Conheça o MIP. Disponível em: www.abimip.org.br/site/Texto.php?p=conheca_o_mip. Acesso em: 12 set. 2014.

    5. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (ANVISA). Os perigos do uso inadequado de medicamentos. 2007. Disponível em: www.anvisa.gov.br/divulga/reportagens/060707.htm. Acesso em: 12 set. 2014.

    BR/ANB/0053/14n

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