A importância do acompanhamento médico

5 de Novembro, 2014

A relação médico-paciente no cuidado de doenças crônicas, ou que requeiram uma terapia longa, é fundamental para um resultado eficaz1.

O médico é mais do que um profissional, é um parceiro, que vai informar a você tudo sobre a doença, o uso correto e ação dos medicamentos prescritos. Também irá analisar os exames clínicos, interpretar sintomas e investigar possíveis efeitos adversos, promovendo opções seguras e efetivas durante todo o tratamento2,3,4.

A vez do paciente

O relacionamento com o seu médico vai além de uma consulta. Acompanhar de perto o tratamento é fundamental, mas você também precisa participar ativamente dessas ações, compreender a doença e suas alternativas de terapia, assumindo com o médico a responsabilidade de adesão completa à terapia proposta1,5.

Quando o médico e o paciente estão em sintonia, fica mais fácil monitorar a evolução do tratamento em consultas programadas, analisar o histórico do problema, a gravidade dos sintomas, avaliando o quanto a doença está interferindo na sua qualidade de vida, desde o diagnóstico2.

Está formada uma aliança, que é fundamental para o sucesso da terapia.

Antibiótico é coisa séria. Respeite sua receita.
 
 

Deixe um comentário
    1. ANA CECÍLIA SUCUPIRA. A importância do ensino da relação médico-paciente e das habilidades de comunicação na formação do profissional de saúde. 2007. In: Interface - Comunicação, Saúde, Educação, vol. 11, núm. 23, septiembre-diciembre, pp. 624-627, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho – Brasil. Disponível em: http://www.redalyc.org/pdf/1801/180115440016.pdf. Acesso em: 13 ago. 2014.

    2. Dr. Mauro Zamboni, presidente da SOCIEDADE DE PNEUMOLOGIA E
    TISIOLOGIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, para o site da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ASMÁTICOS. Disponível em: http://www.asmaticos.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=102%3Aa-importancia-da-educacao-para-o-asmatico&catid=4%3Aartigos&Itemid=7. Acesso em: 13 ago 2014.

    3. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Formulário Terapêutico Nacional 2010 - Rename 2010. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/formulario_terapeutico_nacional_2010.pdf. Acesso em: 10 ago. 2014.

    4. CÉLIA MARIA DIAS MADRUGA e EURÍPEDES SEBASTIÃO MENDONÇA DE SOUZA. Manual de orientações básicas para prescrição médica. Disponível para download em: http://crmpr.org.br/publicacoes/cientificas/index.php/arquivos/article/download/241/231. Acesso em: 13 ago. 2014.

    5. PIERRE GÓIS DO NASCIMENTO JÚNIOR e TERESINHA MARIA DE MACÊDO GUIMARÃES. A relação médico-paciente e seus aspectos psicodinâmicos. 2003. In: Revista Bioética, vol. 11, nº 1. Disponível em: http://revistabioetica.cfm.org.br/index.php/revista_bioetica/article/view/152/156. Acesso em: 13 ago. 2014.

    Código: BR/ANB/0052/14c

Nenhum comentário. Seja o primeiro a comentar.

Deixe um comentário

Post anterior

Saiba como comprar remédios sem levar gato por lebre

Próximo Post

Antibiótico e álcool: um coquetel indigesto